Dumbo

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Lançamento: 27 Mar 2019 | Categoria: Filmes

Dumbo

Nome original: Dumbo

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Família, Fantasia, Aventura

Site:

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Produção: Tim Burton Productions, Walt Disney Pictures, Infinite Detective, Secret Machine Entertainment

Sinopse

Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme: voar.

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Trailer Dumbo - 28 de Março nos cinemas

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Reviews

Autor: Filipe Manuel Neto

**Não é perfeito, não é extraordinário, mas gostei do que vi e julgo que o filme consegue dar-nos aquilo que promete.** Em 1941, a Disney estreou um dos seus filmes de longa-metragem mais marcantes e mais curtos em duração. Relativamente barato de produzir e sem grandes ambições, o filme foi um sucesso e nem a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial afastou o público, que viu no filme um escape bem-vindo. Viria ainda a ser o primeiro filme da Disney a ser lançado em VHS e é hoje considerado como uma parte importante da história do cinema animado, e da memória cultural universal. Fazer um live-action com dignidade suficiente para ombrear com o original era, por isso, uma tarefa muito exigente por si só. Não posso dizer que o resultado atingiu plenamente os objectivos, mas a verdade é que gostei do que vi. Contrariamente ao filme original, que se concentra na forma como Dumbo superou o facto de ser diferente dos outros, este filme passa muito brevemente sobre esse assunto, quase nunca aborda a questão da diferença, e opta por se concentrar no que acontece depois, na forma como o circo lida com o sucesso inesperado, e na relação de Dumbo com a mãe e com os elementos humanos que o rodeiam. Há aqui alguns sub-enredos algo previsíveis, como o drama da família Farrier, a braços com a morte da mãe e o retorno do pai, ferido, da guerra, ou as dificuldades de um circo pequeno e com problemas financeiros para competir com outros entretenimentos. No entanto, o filme parece tornar-se mais sombrio e mais adulto à medida que o vamos vendo, e a verdade é que eu sentiria algumas dúvidas em deixar crianças pequenas verem este filme. O papel principal humano do filme cabe ao experiente Colin Farrel, que nos brinda com um bom trabalho, cheio de empenho, mas incapaz de resistir quando tem de partilhar a cena com Danny DeVito, actor muito carismático que se sente totalmente à vontade no seu papel e que brilhou de modo muito particular aqui. Eva Green também merece um aplauso pelo seu trabalho aqui, em mais uma personagem algo peculiar, mas cheia de elegância. Infelizmente, o resto do elenco é consideravelmente menos interessante e trabalha de forma menos bem conseguida: Michael Keaton é um vilão previsível e desinteressante, mais artificial do que ameaçador; Alan Arkin não tem mais do que um cameo com algumas linhas de texto falado; Nico Parker e Finley Hobbins não fazem mais do que aquilo que lhes é pedido, e isso é pouco. Dirigido por Tim Burton, o filme estava destinado desde o começo a ser um gigantesco trabalho de efeitos visuais e CGI de alta qualidade. Burton gosta disso, todos os seus filmes têm muitos elementos visuais e a estética visual, por vezes algo rebuscada e ‘kitsch’, é uma das marcas deste director, que neste filme parece desejar captar ao máximo a magia da vida no circo, ao lado das dificuldades e agruras que os seus artistas conhecem. Graças ao orçamento disponibilizado, este director teve acesso ao melhor CGI e não há virtualmente um pingo de realidade no filme: tudo foi filmado em estúdio, com recurso às telas verdes e outros recursos do género. Dumbo é todo feito em computador, e resulta numa união harmoniosa entre a expressividade original vista no desenho animado e a naturalidade e realismo que podemos conseguir através do CGI. E se visualmente o filme é extraordinário e realmente muito bem executado, o resto não fica atrás em qualidade. Há cenas que são virtualmente copiadas do filme original, e algumas das canções mais famosas também vão ressurgir (*Baby Mine*, *Pink Elephants on Parade* etc.), em claras homenagens ao filme inicial. A banda sonora original feita para este filme, assinada por Danny Elfman, é muito boa e faz um trabalho excelente.

Em 11 Jun 2022

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