O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família

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Lançamento: 01 Jul 2021 | Categoria: Filmes

O Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família

Nome original: The Boss Baby: Family Business

Idiomas: Inglês

Classificação:

Genero: Animação, Comédia, Aventura, Família

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Produção: DreamWorks Animation

Sinopse

Em O Poderoso Chefinho 2 acompanha novamente os irmãos Tim e Ted, agora adultos e vivendo vidas separadas. Enquanto Tim construiu uma vida calma no subúrbio com sua esposa, Carol, e as filhas, Tabitha e Tina, Ted se transformou em um mega empresário que resolve todos os problemas com dinheiro. Mas quando Tim descobre que sua filha caçula também é agente do BabyCorp, ele precisará da ajuda do irmão mais novo para lidar com a situação.

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Reviews

Autor: Rosana Botafogo

**English** It maintains the cuteness of the previous one, and also manages to be critical of ''Positive Education'' as well as the excesses of screen time and permissiveness, adorable references to ''Mommies and Daddies'' like ''Indomitable Steed'', ''He-Man'', Skeletor with his Grayskull castle... With the right to a cute little song, à la Disney... Intelligent script, captivating characters, colorful, cute and passionate graphics, babies always win my heart with the explosion of cuteness... **Portuguese** Mantém a fofura do anterior, e consegue ser também critico com a ''Educação Positiva'' bem como os excessos de tela e permissividade, adoráveis referencias para os '''Papais e Mamães' como ''Corcel Indomável'', ''He-Man'', Esqueleto com seu castelo de Grayskull... Com direito a uma musiquinha fofinha, a La Disney… Roteiro inteligente, personagens cativantes, gráficos coloridos, fofos e apaixonantes, os bebes sempre ganham meu coração coma explosão de fofura…

Em 04 Aug 2024

Autor: Filipe Manuel Neto

**Uma má desculpa para uma sequela.** Este filme veio continuar a história que vimos em “The Boss Baby”, por muito rebuscada que ela seja. De forma algo difícil de justificar, o filme avançou uns trinta anos e oferece-nos as mesmas personagens – Tim e Ted, aka “boss baby” – na sua versão adulta e cheia de problemas, como o afastamento dos irmãos. Isto tece uma crítica inteligente ao modo como as famílias modernas se separam, reunindo-se em funerais e faltando a datas como o Natal e os casamentos. É uma crítica interessante, mas hipócrita se considerarmos que é feita pelo país que exportou para o Mundo o individualismo responsável pela desunião das famílias, sustentáculo da sociedade humana até serem substituídas pelo “culto do eu”. A nível técnico, o filme não decepciona o seu público. Sendo um filme da DreamWorks, nós temos as nossas expectativas, e o filme oferece-nos desenhos muito bem feitos, com um traço nítido, bom contraste e excelentes cores. Nada que me surpreenda, afinal saiu da sala onde trabalham alguns dos melhores animadores do cinema. Hans Zimmer voltou ao seu órgão em plena pandemia de COVID-19 para, de máscara no rosto, nos brindar com a banda sonora do filme. Porém, a preguiça ou as dificuldades logísticas sentidas no confinamento parecem ter levado a opções práticas, pelo que foram recicladas faixas de música usadas noutros filmes e foi feita uma nova versão de uma música famosa de Cat Stevens para um dos temas cantáveis mais memoráveis do filme. O filme conta também com o retorno de Alec Baldwin para dar voz ao Boss Baby, e com a colaboração de outros famosos para as vozes restantes: Eva Longoria, Jeff Goldblum e Jimmy Kimmel. O maior problema do filme é o enredo rebuscado: ao contrário do filme original, que nos deu uma história razoavelmente simples, mas sem muitas ideias e sem “alma”, este dá-nos muitas ideias, tantas que se atrapalham umas às outras. Por exemplo, o filme não nos esclarece como Ted enriqueceu e se separou do seu irmão, mesmo que não seja preciso. Necessário, porém, era um vilão credível e ameaçador, coisa que este filme não possui, e uma qualquer justificativa plausível para que a Babycorp voltasse a fazer parte da trama de modo credível. E que dizer do o enredo em volta da jovem Tina? Não faz sentido, em particular o final. O final do filme é péssimo, com imensos clichés e uma má escrita. Após ver o filme, senti que não havia nada de realmente novo ou interessante para dar ao público. Senti, também, que o filme anterior, pelo seu final fechado, não precisava deste filme, e que a única real justificativa para a sua produção foi a conveniência financeira da produção e do estúdio DreamWorks. Tudo bem… eu já vi imensos filmes que não tinham necessariamente de ser feitos. O que importa é se o filme é bom, se vale a pena o dinheiro pago pelo público. E eu, pessoalmente, senti que o filme só vai ter interesse para aqueles que possam pôr crianças pequenas a ver.

Em 29 Dec 2025

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