Fernando de Noronha é o destino de mergulho mais aguardado do Brasil. A combinação de água quente, visibilidade de 30 metros e diversidade de fauna marinha — tartarugas, golfinhos, tubarões, arraias — não existe em nenhum outro ponto do litoral brasileiro. Mas a viagem tem custos e regras que convém entender antes de comprar a passagem.
A taxa ambiental: o que é e como funciona
Noronha cobra uma Taxa de Preservação Ambiental (TPA) que aumenta progressivamente por dia de permanência. Os primeiros dias são mais baratos; a partir do oitavo dia, o valor por dia começa a pesar. A otimização para quem quer mergulhar: 5 a 7 dias, que é tempo suficiente para fazer todas as principais imersões sem que a TPA domine o custo da viagem.
Os melhores pontos de mergulho
A Baía dos Golfinhos tem visibilidade excepcional e golfinhos-rotradores que chegam aos centenas pela manhã. A Pedra do Atalaia (requer qualificação avançada) tem uma caldera de água transparente com tubarões enfurecidos de perto. A Laje Dois Irmãos é o ponto mais bonito fotograficamente — ao lado das rochas dos Dois Irmãos.
Equipamento: trazer ou alugar
As operadoras de Noronha têm equipamento de qualidade e incluem nos pacotes de mergulho. Para quem mergulha muito (mais de 10 imersões), trazer roupa de neoprene e máscara próprios economiza tempo de ajuste. Pé-de-pato, regulador e BCD: alugar na ilha é mais prático do que despachar.
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