Cultura & Arte

Cidades históricas de Minas Gerais: por onde começar

Ouro Preto, Tiradentes, Mariana e Congonhas têm conjuntos de arquitetura barroca que são patrimônio da humanidade — e ficam a menos de 200 km entre si

24 de Mar de 2026 2 min de leitura Pexels.com

O Circuito do Ouro em Minas Gerais tem a maior concentração de patrimônio histórico colonial do Brasil. Em um roteiro de 4 dias, é possível ver as quatro cidades principais com tempo de sobra.

O ciclo do ouro mineiro do século XVIII financiou igrejas, pontes, sobrados e obras de arte que hoje são patrimônio UNESCO e referência de arquitetura barroca do mundo. A concentração dessas cidades num raio de 200 km torna o roteiro mais acessível do que parece.

Ouro Preto: a capital

Ouro Preto é onde tudo começa. O conjunto de 13 igrejas barrocas, museus e sobrados coloniais no topo da montanha é um dos conjuntos históricos mais bem preservados das Américas. A Igreja de São Francisco de Assis, com esculturas de Aleijadinho, é o ponto mais visitado — cheque o horário de visitação antes de ir.

Tiradentes: menor e mais refinado

Tiradentes é menor que Ouro Preto e mais gentrificada — tem bistrôs e pousadas de charme onde Ouro Preto tem botecos universitários. O centro histórico tem uma escala que permite explorar tudo a pé em um dia. A Praça da Câmara, de noite, com as igrejas iluminadas, é uma das imagens mais bonitas de Minas.

Congonhas: os profetas de Aleijadinho

A Basílica do Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas tem as doze estátuas de profetas em pedra-sabão esculpidas por Aleijadinho no adro da igreja — consideradas o ápice da escultura barroca americana. Congonhas não tem a atmosfera histórica geral de Ouro Preto, mas as esculturas justificam o desvio.

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