Gastronomia

O que comer no Rio de Janeiro além do botequim

O Rio tem muito mais do que boteco e feijoada. A cidade tem uma cena de restaurantes que cresce todo ano e bairros gastronômicos que a maioria dos turistas nunca visita

04 de Mar de 2026 2 min de leitura Pexels.com

O Rio de Janeiro tem fama de botequim e feijoada — e ambos são realmente bons. Mas a cidade tem também Santa Teresa com bistrôs, a Barra com cozinha contemporânea e o Baixo Gávea com uma cena noturna gastronômica que não aparece nos guias turísticos.

A feijoada do Rio é boa. O bolinho de bacalhau do botequim é bom. O chopp gelado da Lapa na sexta à noite é bom. Mas parar aí é conhecer menos de dez por cento do que a cidade tem a oferecer gastronomicamente.

Santa Teresa e os bistrôs

Santa Teresa é um bairro de morros e casarões que se transformou numa concentração de restaurantes pequenos e criativos. A culinária é eclética — tem desde comida árabe até cozinha contemporânea brasileira. O bairro tem aquela atmosfera de lugar descoberto antes de ficar famoso, o que significa que os preços ainda são razoáveis.

O Baixo Gávea nas quintas-feiras

A Praça Santos Dumont, na Gávea, vira um espaço gastronômico às quintas. Os bares ao redor abrem mesas na praça e serve petiscos que vão além do trivial. É o encontro da classe média carioca — e é onde você entende o ritmo da noite carioca que não existe nos guias turísticos.

A confeitaria do Centro

A Confeitaria Colombo, na Rua Gonçalves Dias, existe desde 1894 e tem um salão com vitrais, espelhos e uma atmosfera de Belle Époque que justifica a visita mesmo sem comer nada. O café e o salgado de queijo são a desculpa; a arquitetura é o motivo.

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